Protetiva que protege
Cobrar cumprimento real das medidas protetivas, com acompanhamento e não só papel.
Por que isso importa
O feminicídio não começa no crime. Começa no controle, na ameaça, no cerco — e quase sempre há denúncia antes.
A medida protetiva no papel não protege ninguém sozinha. Sem acolhimento, casa de passagem e renda, a mulher volta para o agressor.
Como médica, atendo o resultado da violência. Como deputada, quero atacar o que vem antes dela.
Cobrar cumprimento real das medidas protetivas, com acompanhamento e não só papel.
Atendimento integrado fora da capital, onde hoje a mulher não tem para onde ir.
Renda, creche e trabalho: sem independência financeira, romper o ciclo é quase impossível.
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